Senado deve decidir se mantém veto presidencial 

 

 

 

Na sexta-feira, 24/9, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, assinou o termo de autorização de uso de solo, permitindo a construção do novo Sesc Osasco, que será consolidado no mesmo terreno onde a unidade transitória funciona hoje, na Avenida Sport Club Corinthians Paulista, 1300 – Jardim das Flores.

O projeto prevê quase 50 mil metros quadrados de área construída, com ginásio, teatro com 400 lugares, cine auditório, biblioteca, parque aquático (piscina coberta e descoberta), galpão multiuso para atividades, área de convivência, restaurante, cafeteria, duas salas para atividades físicas e vestiários.

“O projeto ficou muito bonito. Fiquei impressionado com a grandiosidade que a unidade de Osasco vai ter e isso era um sonho da nossa cidade. As oportunidades que nós vamos ter aqui para as próximas gerações, vão mudar o futuro de muita gente. Fico muito feliz por essa parceria”, disse Lins após a apresentação do projeto da nova unidade.

“Em parceria com a Prefeitura, manteremos os serviços importantes para a cidade de Osasco, como o Mesa Brasil e o OdontoSesc, que têm sido essenciais para muitas pessoas aqui no município”, apontou Ana Paula Malteze, gerente da unidade.

A unidade de Osasco será uma das maiores e mais modernas do Brasil, totalmente sustentável, inclusive com o selo AQUA-HQE, que é uma certificação internacional de construção de alta qualidade ambiental.

A obra deve ser entregue aos osasquenses em 42 meses, de acordo com a empresa contratada pelo Sesc.

 

23 dos 40 moradores de Jandira, contemplados pelo programa bolsa trabalho, já começaram  a atuar nas Unidades Básicas de Saúde do município, outros 17 começaram em breve.

Jandira recebeu no último dia 22 de Setembro, 23 jandirenses que foram contemplados pelo programa bolsa trabalho, que oferece bolsas no valor de R$535,00 por mês para eles realizarem atividades de trabalho em órgãos públicos municipais, além destes 23, nos próximos dias outros 17 jandirenses serão contemplados pelo mesmo programa.

Os colaboradores que estão chegando pelo programa bolsa trabalho, terão uma carga horária  de trabalho de 4 horas diárias, cinco dias por semana. O benefício poderá ser pago por cinco meses consecutivos, e além disso, os participantes realizarão um curso de qualificação profissional e receberão apoio à empregabilidade.

Em Jandira os novos colaboradores atuaram no atendimento ao público das Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município.

 

Aos munícipes de Jandira, que realizaram o cadastramento neste programa, no período entre o dia 23 e 29 de agosto, fiquem atentos aos meios de contatos cadastrados, pois, ainda serão convocados mais 17 cadastrados, e em caso de desistência o próximo um outro morador da cidade será chamado.

A partir da terça 28, começam dois processos seletivos que oferecem 1.100 vagas de trabalho. Um é para Auxiliar de Logística, o outro para Operador de Telemarketing.

No dia 28 (terça-feira), às 9h, a Casa do Trabalhador fará seleção para Auxiliar de Logística (1.000 vagas temporárias). Podem se candidatar interessados entre 18 e 50 anos, com ensino fundamental, sem necessidade de experiência. A empresa oferece vale transporte e refeição no local. É preciso levar documento com foto, currículo e caneta.

No dia 29 (quarta-feira), haverá seleção para 100 vagas de Operador de Telemarketing, a partir das 9h. Os candidatos têm de ter mais de 18 anos, ensino médio completo e ter experiência em cobrança. É necessário levar documento com foto, currículo e caneta.

Os processos seletivos vão acontecer no Ginásio José Corrêa, na avenida Guilherme Perereca Guglielmo, 1000, no Centro. É impreterível que o candidato chegue no horário indicado, permaneça no recinto com máscara e respeite a distância necessária para evitar aglomeração.

 No último dia 21 foi comemorado o dia da árvore, aqui no Brasil, data próxima ao início da primavera em nosso hemisfério sul. 

Alex Sandro Silva Baim  teve o carro atingido por nove tiros. Delegado de Barueri não descarta emboscada 

 Homens e mulheres morador(a) de Jandira, Itapevi e Barueri podem concorrer às vagas. Seleção acontece entre os dias 20 e 24 de setembro 

Neste mês, os CEUs das Artes de Osasco realizam atividades específicas sobre a campanha do Setembro Amarelo. A campanha foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) em 2015, através do Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psquiatria, com a finalidade de alertar a todos, sobre a respeito da realidade do suicídio no Brasil e das formas de prevenção. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, nove em cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas, por isso, a prevenção é o principal meio para salvar vidas.
Para auxiliar nesse trabalho, os CEUs das Artes de Osasco orientam a população de Osasco por meio de atividades ligadas ao tema, que estão disponíveis na programação abaixo.

Programação: Dia de comemoração do Setembro Amarelo
21/09 – Terça-feira - CEU Bonança

16h00 – atividades na biblioteca (leitura sobre o tema e orientação nutricional)
17h00 – caminhada
18h00 – conversa com Psicólogo
18h30 – atividades integradas com modalidades do CEU, na quadra

Vale ressaltar que as unidades permanecem com todos os protocolos de segurança recomendados pelo Ministério da Saúde, realizando o controle da temperatura de todos que adentro o local, propondo o distanciamento social, disponibilizando o álcool em gel e exigindo o uso de máscaras nas dependências das unidades. 

A capacidade de adaptação dos países às mudanças causadas pelo aquecimento global pode acabar, caso as emissões de gases de efeito estufa não sejam drasticamente reduzidos nesta década. Segundo relatório da Chatham House, think tank (instituições que se dedicam a produzir conhecimento sobre temas políticos, econômicos ou científicos) britânica de pesquisa sobre o desenvolvimento internacional, fundada em 1920, as mudanças podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050.

O alerta está na Avaliação de Riscos das Mudanças Climáticas, documento desenvolvido para subsidiar as tomadas de decisões dos chefes de Governo e ministros antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), marcada para ocorrer de 31 de outubro a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

Para o pesquisador sênior do Programa de Meio Ambiente e Sociedade da Chatham House, Daniel Quiggin, um dos autores do relatório, as metas estabelecidas por muitos países para neutralizar as emissões de carbono e a maior ambição com relação às metas nacionais de redução de gases de efeito estufa são uma esperança. Embora, segundo ele, não passem de promessas.

“Muitos países não têm políticas, regulamentações, legislação, incentivos e mecanismos de mercado proporcionais para realmente cumprir essas metas. Além disso, os NDCs [da sigla em inglês para Contribuição Nacionalmente Determinada] revisados globalmente ainda não fornecem uma boa chance de evitar o aquecimento em 2ºC. Devemos lembrar que muitos cientistas do clima estão preocupados que, além dos 2ºC, uma mudança climática descontrolada possa ser iniciada”, alerta.

As metas nacionais foram determinadas a partir do Acordo de Paris, tratado negociado durante a COP21, em 2015, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. O acordo rege a redução de emissão de gases de efeito estufa a partir de 2020, para tentar manter o aquecimento global abaixo de 2ºC até o fim do século, num contexto de desenvolvimento sustentável.

Quiggin alerta que as metas definidas ainda não garantem a neutralidade do carbono.

“O balanço zero líquido das emissões depende de tecnologias de emissão negativa, que atualmente não são comprovadas empiricamente em escala comercial. Em resumo, as metas que os países buscam estão se movendo na direção certa, mas ainda não conseguem evitar a devastadora mudança climática. E as políticas de apoio às metas existentes são insuficientes para atingir essas metas”, disse.

Ondas de calor

A avaliação, lançada essa semana em Londres, aponta que a falta de medidas concretas por parte dos governos pode levar a temperaturas extremas a partir da década de 2030, causando 10 milhões de mortes ao ar livre. Ondas de calor anuais podem afetar 70% da população mundial e 700 milhões de pessoas estarão expostas a secas severas e prolongadas todos os anos.

O documento também alerta para a redução de 30% na produção agrícola até 2050 e que 400 milhões de pessoas não poderão mais trabalhar ao ar livre por causa do aquecimento global. Para 2040, há uma expectativa de perda de rendimento de pelo menos 10% nos quatro principais países produtores de milho: Estados Unidos, China, Brasil e Argentina.

Na virada do próximo século, um aumento de 1 metro no nível do mar pode aumentar a probabilidade das grandes inundações em cerca de 40 vezes para Xangai, 200 vezes para Nova York e mil vezes para Calcutá.

Segundo Quinggin, os atuais esforços globais para conter o aquecimento dão ao mundo menos de 5% de chance de manter o aquecimento abaixo de 2°C.

“Sem ações radicais em todos os setores, mas especialmente dos grandes emissores, temperaturas extremas, quedas dramáticas nos rendimentos agrícolas e secas severas prolongadas provavelmente resultarão em milhões de mortes adicionais na próxima década. Ainda há uma janela de oportunidade real (embora ela esteja se fechando) para uma ambição muito maior de todos os governos, para evitar os impactos mais catastróficos das mudanças climáticas”.

A avaliação da Chatham House indica que o ritmo atual dos esforços de descarbonização podem segurar o aquecimento até 2100 em 2,7°C, mas a chance de a temperatura média do planeta subir 3,5°C é de 10%. O pesquisador explica que as restrições de mobilidade ocorridas por causa da pandemia da covid-19 contribuíram apenas momentaneamente para a redução das emissões.

“Nós consideramos isso, mas dado que as emissões se recuperaram muito rapidamente, e agora estão subindo novamente, o breve alívio oferecido pelos bloqueios nas emissões foi insuficiente para mudar nossa avaliação do ritmo e gravidade das mudanças climáticas”, explica.

A Avaliação de Riscos das Mudanças Climáticas é o primeiro de uma série de relatórios de pesquisa aprofundados que a Chatham House vai lançar até a COP26, analisando as consequências do aquecimento do planeta e indicando as ações que precisam ser tomadas para evitar o desastre climático. O trabalho é feito por cientistas e analistas políticos no Reino Unido e na China.

A capacidade de adaptação dos países às mudanças causadas pelo aquecimento global pode acabar, caso as emissões de gases de efeito estufa não sejam drasticamente reduzidos nesta década. Segundo relatório da Chatham House, think tank (instituições que se dedicam a produzir conhecimento sobre temas políticos, econômicos ou científicos) britânica de pesquisa sobre o desenvolvimento internacional, fundada em 1920, as mudanças podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050.

O alerta está na Avaliação de Riscos das Mudanças Climáticas, documento desenvolvido para subsidiar as tomadas de decisões dos chefes de Governo e ministros antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), marcada para ocorrer de 31 de outubro a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

Para o pesquisador sênior do Programa de Meio Ambiente e Sociedade da Chatham House, Daniel Quiggin, um dos autores do relatório, as metas estabelecidas por muitos países para neutralizar as emissões de carbono e a maior ambição com relação às metas nacionais de redução de gases de efeito estufa são uma esperança. Embora, segundo ele, não passem de promessas.

“Muitos países não têm políticas, regulamentações, legislação, incentivos e mecanismos de mercado proporcionais para realmente cumprir essas metas. Além disso, os NDCs [da sigla em inglês para Contribuição Nacionalmente Determinada] revisados globalmente ainda não fornecem uma boa chance de evitar o aquecimento em 2ºC. Devemos lembrar que muitos cientistas do clima estão preocupados que, além dos 2ºC, uma mudança climática descontrolada possa ser iniciada”, alerta.

As metas nacionais foram determinadas a partir do Acordo de Paris, tratado negociado durante a COP21, em 2015, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. O acordo rege a redução de emissão de gases de efeito estufa a partir de 2020, para tentar manter o aquecimento global abaixo de 2ºC até o fim do século, num contexto de desenvolvimento sustentável.

Quiggin alerta que as metas definidas ainda não garantem a neutralidade do carbono.

“O balanço zero líquido das emissões depende de tecnologias de emissão negativa, que atualmente não são comprovadas empiricamente em escala comercial. Em resumo, as metas que os países buscam estão se movendo na direção certa, mas ainda não conseguem evitar a devastadora mudança climática. E as políticas de apoio às metas existentes são insuficientes para atingir essas metas”, disse.

Ondas de calor

A avaliação, lançada essa semana em Londres, aponta que a falta de medidas concretas por parte dos governos pode levar a temperaturas extremas a partir da década de 2030, causando 10 milhões de mortes ao ar livre. Ondas de calor anuais podem afetar 70% da população mundial e 700 milhões de pessoas estarão expostas a secas severas e prolongadas todos os anos.

O documento também alerta para a redução de 30% na produção agrícola até 2050 e que 400 milhões de pessoas não poderão mais trabalhar ao ar livre por causa do aquecimento global. Para 2040, há uma expectativa de perda de rendimento de pelo menos 10% nos quatro principais países produtores de milho: Estados Unidos, China, Brasil e Argentina.

Na virada do próximo século, um aumento de 1 metro no nível do mar pode aumentar a probabilidade das grandes inundações em cerca de 40 vezes para Xangai, 200 vezes para Nova York e mil vezes para Calcutá.

Segundo Quinggin, os atuais esforços globais para conter o aquecimento dão ao mundo menos de 5% de chance de manter o aquecimento abaixo de 2°C.

“Sem ações radicais em todos os setores, mas especialmente dos grandes emissores, temperaturas extremas, quedas dramáticas nos rendimentos agrícolas e secas severas prolongadas provavelmente resultarão em milhões de mortes adicionais na próxima década. Ainda há uma janela de oportunidade real (embora ela esteja se fechando) para uma ambição muito maior de todos os governos, para evitar os impactos mais catastróficos das mudanças climáticas”.

A avaliação da Chatham House indica que o ritmo atual dos esforços de descarbonização podem segurar o aquecimento até 2100 em 2,7°C, mas a chance de a temperatura média do planeta subir 3,5°C é de 10%. O pesquisador explica que as restrições de mobilidade ocorridas por causa da pandemia da covid-19 contribuíram apenas momentaneamente para a redução das emissões.

“Nós consideramos isso, mas dado que as emissões se recuperaram muito rapidamente, e agora estão subindo novamente, o breve alívio oferecido pelos bloqueios nas emissões foi insuficiente para mudar nossa avaliação do ritmo e gravidade das mudanças climáticas”, explica.

A Avaliação de Riscos das Mudanças Climáticas é o primeiro de uma série de relatórios de pesquisa aprofundados que a Chatham House vai lançar até a COP26, analisando as consequências do aquecimento do planeta e indicando as ações que precisam ser tomadas para evitar o desastre climático. O trabalho é feito por cientistas e analistas políticos no Reino Unido e na China.

 A prefeitura de São Roque, através da sua Guarda Civil Municipal sediou nesse final de semana o 7° Módulo do Curso de Mantrailing, atividade de busca e resgate de pessoas desaparecidas. O evento ocorreu no sábado e domingo e contou com a participação das GCM’s de São Roque, Santana de Parnaíba, Itú, Jundiaí, Itupeva, Guarulhos, Campinas, Atibaia, Mogi Mirim e Teresópolis (RJ). Também estiveram presentes agentes do Corpo de Bombeiros dos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de representantes da Sociedade Civil de Embu das Artes, Itapevi e Araraquara.

Durante o evento, os presentes puderam trocar experiências, aprender e aplicar técnicas específicas do treinamento de busca e salvamento com a utilização de cães, utilizando a habilidade natural de trilhar do animal, através da apresentação do odor específico de cada pessoa a ser encontrada.

“A realização deste evento foi de suma importância, pois agregou mais conhecimento e integração ao efetivo do nosso canil com as corporações das outras cidades, nos deixando ainda mais preparados para prestar um serviço cada vez melhor à população”, informou o coordenador do Grupamento de Apoio e Operações com Cães da GCM de São Roque, inspetor Domingues.

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